Freio do carro: quando é necessário trocar?

Aprenda o momento certo de fazer as trocas dos componentes do freio do seu possante para você ficar numa boa 😉

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Nada de parar em cima, hein? Para acelerar, o freio tem que estar 10/10! Mas pode ficar numa boa, porque seguindo as instruções do manual do seu carro e as orientações de especialistas é possível mantê-lo sempre em dia, víu? Por isso, conversamos com a Silvia Iombriller, engenheira, especialista em freios e conselheira da SAE Brasil, para trazer as principais dicas para você! #FiqueLigado

 

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Entendendo o funcionamento do freio

Antes de tudo, bora entender como tudo funciona? O freio é composto por diferentes itens: pastilhas, lonas, discos, tambores e fluido. Todos eles, em algum momento, devem ser substituídos, alguns mais cedo, outros com mais uso do carro. Funciona assim: “os discos ou tambores, que trabalham em atrito com as pastilhas ou lonas, têm a função de desacelerar as rodas, reduzindo a velocidade e parando o veículo”, explica Silvia. Enquanto isso, o fluido é responsável por transmitir a pressão do pedal para o sistema do freio para que ele funcione.

 

Mas, então… quando trocar o freio do carro?

A dica aqui é ficar de olho e não falhar com as manutenções preventivas a cada 5 mil km rodados. A cada revisão, as pastilhas e lonas de freio devem ser avaliadas para checar se é o momento de troca ou não. A frequência de troca desses componentes depende do uso do carro e da forma de condução, se é mais agressiva com frenagens mais bruscas, por exemplo.

 

A especialista conta que os discos ou tambores podem durar cerca de duas ou três trocas das pastilhas ou lonas. Antes da substituição, eles passam por reparos para nivelar a área de atrito, melhorando a aderência com as pastilhas e lonas e garantindo uma frenagem eficiente. “Há uma indicação nos discos e tambores de qual é a sua mínima espessura admissível e, caso seja atingida, a recomendação é a troca”.

 

Por fim, “o fluido de freio deve ser trocado conforme orientação no manual do veículo, que pode ter períodos diferentes para cada tipo de fluido”, explica Silvia.

 

Nada de negligenciar, hein

Quando as substituições não são realizadas, o carro pode começar a fazer ruídos ao acionar o freio, ter que fazer mais força para o carro e, claro, correr o risco de não conseguir frear. “O maior risco de não fazer a troca é justamente não ter a eficiência de frenagem esperada, pois os componentes de atrito estão desgastados”, alerta a especialista. Além disso, ela avisa que a troca tardia de lonas ou pastilhas pode comprometer os discos ou tambores, fazendo com que você tenha que trocá-los também e, muitas vezes, antes do que seria realmente necessário. #FicaDica

 

Cuidado completo do possante

Vale reforçar: para acelerar numa boa é preciso olhar para tudo. Por isso, tenha certeza de que as revisões sejam feitas por profissionais responsáveis e que usem componentes originais. Além disso, não tem como falar da eficiência do freio sem mencionar a qualidade dos pneus. “Eles são responsáveis por transferir o torque de frenagem das rodas para o solo”, complementa Silvia. Portanto, fique de olho no estado deles e faça as trocas sempre que necessário.

 

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