Dia dos Pais: 3 influencers desmistificam tabus da paternidade

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Hoje, mais do que nunca, a gente tem a sorte de poder refletir e abrir o diálogo sobre questões envolvendo maternidade, paternidade e educação dos filhos. Mesmo com muita conversa, ainda existem certos pensamentos que rodeiam o imaginário popular e dificultam a aceitação de novas formas de enxergar o mundo. Nesse Dia dos Pais, a gente resolveu bater um papo com três influenciadores e fazer a pergunta: qual frase sobre paternidade que vc já cansou de ouvir por aí? Bruno, Thiago e Ju lançam a real e contam como fazem pra quebrar esses estereótipos comuns no dia a dia, olha só! 🙂

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Nesse Dia dos Pais, a palavra é do Thiago, do Bruno e da Ju!

A Ju Campos, do Mãe Na Massa, contou pra gente que uma frase que ela escutou a vida toda foi: “Não existe paternidade sem pai”. E ela é prova viva de que existe, sim! “Fui criada 100% pela minha mãe. E essa mãe, muitas vezes, precisou assumir o papel de pai. Então eu tive a chamada ‘pãe’”, conta. O exemplo da mãe deu uma ajuda e tanto quando chegou a sua vez de desempenhar a mesma função. “Hoje, sou mãe solo e me vejo na mesma situação.”

E não foi só a Ju que escutou pitacos, não, viu? Teve muita gente que disse pro Bruno Vilas Boas, do Paternidade Divertida, que “amor de pai não é a mesma coisa”, principalmente como uma data como o Dia dos Pais se aproximava. Pra ele, esse tipo de pensamento traz duas características muito fortes: o estereótipo em cima da figura do pai e o estereótipo em cima do papel da mãe. “Essa frase traz a ideia de que não é função do pai cuidar, amar, dar carinho, dar afeto e ser sensível com o filho, e também de que é função exclusiva da mãe ser esse porto seguro”, diz. 

E é exatamente isso que Thiago Queiroz, do Paizinho Vírgula, defende. Ele, que já escutou que o pai não serve pra nada até os seis meses do bebê, acredita que o vínculo afetivo é criado desde o início da vida. “Um vínculo que não se constrói no início da vida provavelmente não vai ser construído depois que a criança for mais velha. Não é depois dos seis meses, não é depois de um ano, não é depois de dois anos”, garante. 

Para o Bruno, o que importa é apenas uma coisa: o amor! “O amor independe de gênero, de sexo biológico e de orientação sexual. Qualquer pessoa é capaz de cuidar, criar e amar uma criança.” A gente assina embaixo, Bruno! Depois desse papo tá mais que claro que paternidade e Dia dos Pais não têm a ver só com pai e mãe, né? A Youse acredita na liberdade pra cada um ser como é e lutar pelo que acredita. 🙂

E pra saber mais sobre essas histórias, dá uma olhada no vídeo que a gente fez com eles! Com a Youse, o Dia dos Pais do Bruno, do Thiago, da Ju e o seu pode ser muito mais leve, conectado e #tipovc!