O admirável mundo das Smart Cities

Conheça as tecnologias por trás das cidades inteligentes

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Foto: Getty Images

O termo Smart Cities quer dizer literalmente cidades inteligentes, mas o que realmente esse conceito significa? Mais do que um espaço urbano altamente tecnológico, é uma maneira de pensar como o uso dessas tecnologias podem melhorar a vida das pessoas. Aspectos como sustentabilidade, eficiência dos serviços urbanos, saúde e desenvolvimento econômico devem ser considerados.. 

A gente sabe que esse papo pode parecer coisa do futuro, mas os impactos positivos desse tipo de planejamento já começaram a se refletir no dia a dia das pessoas. Para entender melhor como funcionam as cidades inteligentes, listamos as tecnologias que impulsionam o futuro das metrópoles! 

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Big Data

Todos os dias, cada pessoa que está conectada à Internet gera 1,7 Megabytes de informação por segundo! (#uau) Tudo que usamos conectado a rede gera dados, seja um smartphone, o computador, câmeras de segurança, GPS… E todo esse universo de dados gerados são conhecidos pelo nome de Big Data. Quem não se lembra quando o Governador de São Paulo divulgava a taxa de isolamento social no estado? Essa porcentagem era baseada nos dados de localização dos nossos celulares. (#chocada!) 

Uma das características das cidades inteligentes é justamente a coleta e o uso desses dados para melhorar a mobilidade, por exemplo, através de uma oferta de transporte público alinhada com a demanda. Ou semáforos inteligentes que se adaptam aos trânsito para dar maior fluidez a uma via que esteja mais congestionada. 

Inteligência Artificial

Parece coisa de filme de ficção científica em que os robôs controlam vários aspectos da vida humana, mas a Inteligência Artificial (IA) é muito mais do que a assistente do lar dos Jetsons, Rose. Trata-se de um sistema capaz de agir racionalmente, emulando características do cérebro humano na resolução de problemas complexos. Alimentada pelo Big Data, a IA analisa padrões e gera insights para a criação de soluções. 

Tudo isso aplicado pode até mesmo facilitar e reduzir o custo de tornar uma cidade convencional em uma cidade inteligente. Com base nos padrões de consumo dos cidadãos, é possível identificar quais áreas da cidade precisam de um maior investimento em energia, por exemplo, e quais áreas possuem um excedente que pode ser remanejado. (#economia) 

Internet das coisas

A internet das coisas já começou a fazer parte da vida das pessoas através de assistentes de voz capazes de ligar e desligar o som, acender luzes ou ligar o robô aspirador. Hoje ainda temos um uso limitado de soluções, pois ainda não se tem a velocidade de transmissão ideal. No entanto, a chegada do 5G é um ponto de virada para o uso da IoT (internet of things) nas cidades inteligentes. 

Nessa nova fase que se aproxima, sensores poderão coletar dados e realmente atuar na resolução de problemas. Em Londres, uma das cidades mais inteligentes do mundo, existem sensores capazes de detectar os níveis de poluição no centro da cidade. Quando os níveis de CO2 ultrapassam os limites toleráveis e podem prejudicar a saúde dos moradores, as vias sofrem restrições de circulação de carros. Assim, é possível melhorar a qualidade do ar usando a tecnologia e benefício das pessoas. 

Todas estas tecnologias são muito promissoras para tornar as cidades mais inteligentes, mas ainda existem grandes desafios para massificar este modelo. Os especialistas veem a chegada do 5G como um divisor de águas. Ferramentas que colocam os bancos de dados na nuvem, maior velocidade no compartilhamento e tratamento das informações são caminhos para que o modelo das smart cities se espalhe pelo mundo. 

Afinal, este sistema é feito por pessoas que interagem e usam serviços de uma maneira inteligente. Se você se identificou e também acredita em um uso inteligente dos recursos, os seguros da Youse são feitos para você. Dá pra montar do seu jeito, pagando apenas pelas coberturas que fazem sentido para o seu estilo de vida.