3 histórias pra te inspirar a dar o primeiro passo e tirar um sonho do papel

Bruna, Érico e Nina te mostram o que é ser um first movers (:

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Bruna Genoin

O que o universo nerd, o drift e a profissão de TI têm em comum? Histórias de pessoas que abraçaram escolhas até então inexploradas e se tornam grandes inspirações pra toda uma geração – tem até um nome pra isso: first movers! Bruna Genoin, a primeira e única piloto de drift (modalidade de corrida em que os pilotos fazem manobras rápidas ao volante) do Brasil; Nina Silva, fundadora de uma fintech criada para dar protagonismo financeiro a pessoas negras; e Érico Borgo, o geek que transformou o universo da cultura pop no país. Em parceria com o UOL, a gente fez um projeto super legal pra contar um pouquinho da trajetória desses first movers pra vc! Quer saber mais sobre eles e encontrar inspirações pra tirar um sonho do papel? Então, vem com a gente! 🙂

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As histórias de Érico, Nina e Bruna vão te inspirar a tirar um sonho do papel 

É preciso coragem pra tirar um sonho do papel – ainda mais quando ninguém teve essa ideia antes! Se você vai começar algo do zero, é preciso coragem pra colocar a mão na massa e dar a cara a tapa. Foi isso que os Érica, Nina e Bruna fizeram sendo first movers: assumiram riscos e quebraram paradigmas de comportamento e ideias, criando sua própria realidade. 

Bruna é pilota de drift há quatro anos. Ela começou com apenas 17! “Meu pai era piloto de rally e, sempre que podia, ia junto com ele pra pista. Até que, em 2012, ele me levou pra andar de kart e comecei a participar do automobilismo”, lembra. Mas o começo no drift não foi tão simples, principalmente por não ter nenhuma mulher no esporte. “Desde o início eu me encontrei no esporte. É o bichinho que pica a gente e aí já era. Espero que possa mostrar a outras meninas que fazer parte desse universo é possível!”.

Bruna Genoin

Quem também nos inspira a tirar um sonho do papel é Nina Silva, executiva de TI, CEO e fundadoras do movimento Black Money. O movimento tem como objetivo promover a autonomia da população negra a partir de pilares como comunicação, educação e serviços financeiros, sempre usando a tecnologia como instrumento pra alavancagem de empreendimentos negros. “Quando a gente tá falando de Black Money, a gente tá falando de girar e gerar riqueza por mais tempo dentro da comunidade negra por meio do fomento das nossas próprias instituições, do consumo consciente de afroempreendedores e também da criação de estratégias pra estarmos presentes em espaços de poder”, explica. 

Nina Silva

O mesmo aconteceu com Érico, que uniu uma comunidade inteira de fãs e entusiastas da cultura pop por meio do site Omelete, do qual é co-fundador. O site revolucionou a forma como a cultura nerd era vista no Brasil. “Quando comecei, existia um certo preconceito com a palavra ‘nerd’. Achavam que era um termo meio pejorativo, mas a gente conseguiu mudar isso ao longo de 20 anos de trabalho”, afirma. E não foi só isso, não! Eles também foram responsáveis por trazer a Comic Con pro Brasil. “Foram alguns anos tentando convencer produtoras e ouvindo muitos nãos, até a hora que resolvemos encarar e nós mesmos, com nosso próprio dinheiro, fazer nosso primeiro evento, nossa primeira Comic Con, em 2014”, relembra. De lá pra cá, o evento só cresceu e a edição brasileira se tornou uma das mais importantes do mundo!

Érico Borgo

Nessas três caminhadas, foi preciso coragem pra enfrentar os desafios. “Senti um pouco de medo de pensar que estava largando uma carreira estável pra me concentrar em uma startup, sem garantia de nada, mas esse medo foi superado quando passei a sentir o calor no olhar de cada pessoa preta. Ser inspiração pra outras pessoas negras é uma responsabilidade muito grande. A mensagem que busco deixar pra elas é: seja você mesma, em todos os espaços.” Em 2018, Nina foi considerada uma das 100 afrodescendentes mais influentes do mundo abaixo de 40 anos por uma instituição internacional, com chancela da ONU. Em 2019, foi eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes e uma das 19 mulheres de 2019 pela Universa UOL. Demais, né? 

Para Érico, a busca por mais espaço dentro do universo nerd foi cheio de questões também. Antes do começo da internet, por volta dos anos 2000, a indústria via com certa distância essa comunidade. ”A internet deu voz a comunidades antes esquecidas, como a comunidade nerd. O Omelete foi ganhando relevância em um momento em que os filmes de super-heróis começaram a aparecer e foi muito legal perceber que os estúdios que estavam criando esses conteúdos precisavam da gente. Percebi que alcançar o sonho não é a parte mais legal, o mais incrível mesmo é a jornada.”

Uma coisa é fato: é preciso uma certa dose de ousadia pra abraçar suas vontades, tirar um sonho do papel e vivenciar mudanças. Aqui na Youse a gente te conecta a essas e outras histórias inspiradoras de coragem, afinal também somos os primeiros: 1° plataforma de vendas de seguros 100% digital. Seja na internet ou numa competição de drift, sempre tem alguém com uma história parecida pra mostrar que ser você mesmo pode ser o pontapé para começar algo transformador! 🙂