Amor pelo carro: a paixão por uma picape Rat Look

Carro antigo precisa ser bem-tratado. E foi esse cuidado que fez Eduardo desbravar a estética automotiva

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Com meio século de vida, muitos têm histórias intermináveis, né? Um carro com 50 anos então… Só não conta porque não tem como, viu? Mas que existem histórias incríveis, existem! Eduardo Vasconcellos, que participa do terceiro episódio da série Amor pelo Carro, fez questão de nos contar as mais recentes histórias que viveu com sua Chevrolet C14 de 1972. #Partiu?

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Estética automotiva

Há várias formas de entrar no mundo automotivo e quem gosta de carro, em geral, desenvolve essa paixão desde criança. Foi o que aconteceu com Vasconcellos, que já assistia a programas de carro na TV desde muito cedo.

O pai de Eduardo trabalhava com reciclagem e, por isso, resolveu comprar um carro que fosse capaz de cumprir com louvor as tarefas do serviço. Adquiriu, portanto, uma Chevrolet C14 de 1972, picape que tinha o motor de seis cilindros em linha do Opala e câmbio manual de quatro marchas. Ou seja, o carro ideal para carregar peso. Mas o que isso tem a ver com estética?

Ao fechar o seu negócio com estética, o pai de Vasconcellos decidiu vender o carro — e é nesse ponto que o filho começa a ser protagonista. Ao impedir o pai de vender o carro, Eduardo começa a trabalhar na picape. “Foi nesse carro que eu aprendi a dirigir, tenho um apego muito grande por ele. Não poderíamos vendê-lo”, afirma.

A partir daí, Eduardo começou a trabalhar para deixar a picape num estilo diferente. Fez cursos para aprender a polir, lixar, pintar e tudo o que está ligado à estética automotiva. “Comecei sozinho, vendo cursos na TV, mas depois me aprofundei. E tudo que eu aprendi foi com esse carro, ele foi a minha escola”, revela o empresário.

Ao mesmo tempo em que testava suas habilidades, Eduardo trabalhava para comprar os equipamentos necessários para abrir sua própria loja de estética. E conseguiu! “Tudo começou com a C14, tanto é que ela é a marca da minha empresa”, explica Vasconcellos.

Mas tudo poderia ter ido por água abaixo caso o freio dela não tivesse funcionado durante uma descida na serra para o mar. E quem conta isso é o próprio Eduardo no vídeo abaixo. Pra não passar por perrengues como Vasconcellos, a melhor solução é contratar um Seguro Auto para ficar #numaboa. Assim você garante a sua segurança, da sua família e também de terceiros. Confira o terceiro episódio da nossa Série Amor pelo Carro: