Amor pelo carro: a picape com teto-solar

Conheça a história de André e do roubo de sua Mitsubishi L200 Triton

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Depois do roubo, os bandidos trocaram várias peças, incluindo os faróis, para dificultar a identificação da picape
André Senatori e sua Mitsubishi L200 Triton 2015

Imprevistos acontecem e, muitas vezes, só percebemos como é importante ter respaldo quando nos sentimos impotentes: quando um carro é roubado, quando algum imprevisto acontece na casa ou até mesmo quando precisamos de uma segunda opinião médica. E foi assim que André Senatori se sentiu quando mais precisou.

O empresário se apaixonou por carros 4×4 quando comprou a sua primeira picape, uma L200 2008. Mas foi com uma Mitsubishi L200 Triton 2015 que ele se rendeu ao amor pelas picapes médias com tração nas quatro rodas e não quis mais saber de outra categoria de veículos.

“Eu morava em Santa Catarina quando comprei a picape e utilizava ela para tudo. Por ser bombeiro civil, comprei o carro para auxiliar no resgate e socorro em áreas de risco. A prova que eu precisava para saber que era um carro que aguentava o tranco foi quando tive que colocar 12 pessoas na caminhonete e carregar morro acima”, relata Senatori.

 

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Detalhes tão pequenos de nós dois

A primeira coisa que chamou atenção de André na hora de comprar a sua picape foi o teto-solar. O item, que não era oferecido em nenhuma versão de fábrica da Mitsubishi L200, foi instalado pelo primeiro dono do carro e o tornava único: uma picape com teto-solar era raridade na época. Mas esse detalhe ganhará ainda mais importância com o decorrer da história.

Depois de um dia inteiro de trabalho, Senatori chegou ao seu apartamento em Gaspar (SC), estacionou a L200 na porta do prédio e seguiu sua rotina. “No dia seguinte, ao descer para trabalhar, vi que o carro não estava na rua. Sem querer acreditar que havia sido roubado, fui até a garagem para conferir se ela estava lá. Mas não estava”, revela o empresário.

Como não tinha seguro, a única coisa que Senatori conseguiu fazer foi contatar a empresa de rastreador que havia instalado na picape. “A única coisa que me disseram foi que estavam acionando a polícia local e acompanhavam a localização do carro”, conta André. Ao mesmo tempo, o proprietário da L200 ligou para a Polícia Rodoviária Federal para alertar sobre o roubo. O dia passou e o aplicativo de rastreamento mostrou a última localização da Mitsubishi: Osasco, região metropolitana de São Paulo.

Depois do roubo, os bandidos trocaram várias peças, incluindo os faróis, para dificultar a identificação da picape

Quem ama, nunca desiste

“Meses se passaram, mas eu nunca desisti de encontrar esse carro”, fala André. O dono da L200 publicou em todas as suas redes sociais que o carro havia sido furtado e sempre teve pensamentos positivos: “eu sabia que ia encontrá-la, eu sonhava com a picape”. 

Oito meses se passaram até  um policial entrar  em contato com André e perguntar se ele tem uma picape. Senatori responde com ironia: “eu tinha, mas fui roubado”. Foi a  próxima fala do policial que reascendeu a esperança no coração apaixonado do picapeiro: “nós encontramos o seu carro, está em Resende (RJ). O senhor tem seguro?”, indagou o oficial. Como não tinha seguro, o agente de segurança instruiu que Senatori fosse a Resende para retirar o veículo pessoalmente.

Desconfiado que fosse um golpe, André pediu algumas fotos para comprovar que era realmente a sua picape e as imagens revelaram uma caminhonete totalmente transfigurada: os bandidos haviam trocado as rodas, a grade frontal e os faróis para que ela ficasse irreconhecível. Mas um detalhe não passou despercebido por Senatori: o teto-solar. “Naquele momento eu tive certeza que era o meu carro. Peguei o outro carro, peguei minha família e fui até São Paulo. De lá, fomos eu e meu cunhado buscar a L200 no Rio de Janeiro”, revela.

Hoje em dia, André continua com a sua caminhonete e não tem intenção de vendê-la. Ao olhar para trás e contar essa história, André aprendeu a lição e percebeu a falta que um Seguro Auto faz quando mais precisava.

Para não passar por perrengues como o de André, a melhor solução é contratar um Seguro Auto para ficar #numaboa. Quer saber como termina essa história? Será que Senatori consegue recuparar o seu xodó? Confira o segundo episódio da nossa Série Amor pelo Carro: