Aprenda como usar cactos dentro de casa

Com uma legião de fãs por todo o mundo, cactos vêm pra compor a decoração do lar

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Imagem: Getty Images

Arredondados, cilíndricos, pequenos, com mais ou menos espinhos: os cactos viajaram muito mais longe do que suas regiões áridas de origem e ganharam um cantinho especial no coração (e na decoração) da casa de muita gente. 🙂

A gente sabe que eles caíram no gosto de jovens na faixa dos 30 anos, mas eles são apenas mais um no fã clube global de apaixonados pela planta.

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Tem pra todo mundo

Seja pela estética marcante ou pela praticidade de manutenção, que pede cuidados bastante simples, esse tipo de suculenta está fazendo sucesso até mesmo nos objetos. Se você ainda não viu uma luminária em forma de cacto, ou então cabideiros, vasos e moringas, bora atualizar as referências. 😀

No campo do simbolismo, os cactos, pra muita gente, representam uma forma de resiliência que, ao mesmo tempo, abraça a ternura. Por causa da superfície rígida revestida com espinhos, da capacidade de guardar água por um bom tempo e das flores, que existem em todas as espécies (apesar de algumas demorarem a desabrochar), é também uma figura de força e proteção. 

Flor de mandacaru, espécie típica do sertão brasileiro. Imagem: Getty Images

O cacto de mandacaru, por sua vez, é muito representativo da caatinga brasileira, e dá uma linda flor branca pela noite e que some ao amanhecer, o que nessas regiões “é um sinal de que a chuva chega no sertão”, como bem cantou Luiz Gonzaga. Aliás, o fruto do mandacaru é comestível, e parece uma pitaya, sabe? Que, inclusive, também é um tipo de cacto. 🙂

Pra dar e vender

E a beleza da planta está em várias espécies. Tem as versões em miniatura, que ficam fofas numa composição de vasinhos, tem os mais cabeludos, os com flores gigantes, os que dá pra usar suspensos, e inclusive os comestíveis – só vale uma atenção redobrada na hora de escolher a espécie, ok?

Aqui no Brasil, existem até mesmo alguns lugares dedicados a apreciar todo esse charme e simpatia das variedades. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro, por exemplo, tem um grande espaço só pra elas. Já o Cactário Horst, na cidade de Imigrante, no Rio Grande do Sul, é um dos maiores da América Latina – lá tem mais de 10 mil metros quadrados de estufas com mais ou menos mil espécies de suculentas vindas do mundo todo (que podem ser suas também)! #PartiuCultivar

Ô lá em casa

E você já sabe que não precisa de um jardinzão pra poder ter um cacto pra chamar de seu, né? Ou você acha que eles, fortes do jeito que são, se incomodariam de dividir um apê com gato, cachorro e papagaio? 

Além de poder trazer o verde em papéis de parede ou acessórios de decoração que assumem a forma e o desenho das cactáceas, as plantas ficam ótimas ao lado de um sofá, como centro de mesa, em um mix de vasos agrupados, e na varanda ou na entrada de casa, se tiver claridade. #FicaADica

Porque o importante é jogar a suculenta pro sol, num lugar em que ele seja o mais abundante possível, e ficar numa boa. Não precisa e nem pode jogar muita água, tá?

Viu só? Muito simples, super em conta, e pode fazer toda a diferença no aconchego da sua casa. 🙂

Parece até a Youse, né? Fácil, fácil.