5 vezes em que a Mulher Maravilha revolucionou o cinema e os quadrinhos

Essa super-heroína nasceu a partir de referências mitológicas e muita ousadia, vem saber mais!

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Imagem: divulgação

Nem precisa ser muito fã de cultura pop pra conhecer a Mulher Maravilha. A nossa princesa Diana, alter ego da super heroína, apareceu pela primeira vez nos quadrinhos em 1941. De lá pra cá, foram incontáveis páginas, histórias e filmes em que a amazona se aventurou no mundo dos homens. Desde a sua criação, a personagem levantou questões importantes sobre gênero e quebra de padrões, sendo a primeira heroína criada com uma história própria, sem ser par de ninguém. Poderosa, né? Até parece um pouco com a história da Youse: revolucionamos o mercado de seguros, sendo a primeira a oferecer produtos de forma 100% digital e totalmente personalizável. E como a gente aqui adora histórias de inovação e ousadia e não vê a hora do lançamento do novo filme, previsto pro comecinho de 2021, resolvemos fazer uma lista dos momentos em que a Mulher Maravilha revolucionou o cinema e os quadrinhos, olha só! 🙂

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Como a Mulher Maravilha revolucionou a cultura pop

Mulher Maravilha do divã 

Tudo começou com uma vontade imensa de dar uma nova cara às histórias em quadrinhos. Até então, a moda eram super-heróis que usavam da força para vencer o mal, com muita violência e cenas de guerra. Foi aí, em 1941, que o psicólogo William Moulton Marston teve a ideia de criar um personagem que levantasse a bandeira da paz e do amor. Pra isso, ele contou com a ajuda da sua esposa, Elizabeth Marston, que abraçava os ideais feministas e acreditava que as mulheres deveriam ser livres, independentes e vivessem como quisessem. Um casal bem ousado pra época, né?

Rainha das amazonas

A mitologia grega é muito presente na história da Mulher Maravilha. A super-heroína foi baseada nas imagens que se tinham de como seria uma líder das amazonas, grupo de mulheres que ficavam em Cítia, que hoje seria a região da Rússia e do Cazaquistão. Nos textos de Homero, que falam sobre a guerra de Tróia, as amazonas eram mostradas como combatentes até melhores que os homens. Essas guerreiras também aparecem em outros mitos gregos, como de Hércules, por exemplo. Aliás, o bracelete usado de arma e escudo é uma referência ao deus grego: de acordo com a mitologia, as amazonas usam esses braceletes pra se lembrar do seu conflito com Hércules. Demais!

Girl power

Não é só a Princesa Diana que tem grande importância nas histórias da Mulher Maravilha, viu? Steve Trevor, par romântico da personagem, é um major da Força Aérea dos Estados Unidos que, durante a Segunda Guerra Mundial, teria caído na Ilha Paraíso, lugar de nascimento da amazona. Sabia que isso também é uma referência mitológica? Novamente, a história de Ulisses, de Homero! Na mitologia, depois da Guerra de Tróia, Ulisses tenta voltar para Ítaca, mas, no caminho, naufraga e vai parar em uma ilha onde é resgatado só por mulheres. Nos quadrinhos, quando Steve naufraga, as amazonas precisam decidir quem levará ele de volta para o mundo dos homens. Para decidir isso, a rainha Hipólita faz uma competição pra ver quem é a amazona mais adequada pra essa missão, mas proíbe a Diana de participar. Corajosa como ela é, Diana participa mesmo assim, usando um disfarce! Isso faz referência ao mito de Atalanta, heroína da mitologia grega que competia contra os homens que queriam casar com ela, em uma tentativa de evitar o casamento. Segundo a lenda, Atalanta só se casaria com quem a vencesse em uma competição, mas isso nunca aconteceu. Diana é puro poder!

Origem misteriosa

Os quadrinhos divergem um pouco sobre a origem de Diana. A história mais aceita conta que ela foi esculpida do barro pela mãe, a rainha Hipólita, e abençoada por todos os deuses do Olimpo. “Bela como Afrodite, sábia como Atena, forte como Hércules e rápida como Hermes”, descreviam os primeiros quadrinhos. Como não existiam homens na ilha das amazonas, foi um jeito que Marston encontrou de sua personagem ser totalmente criada por mulheres, sem nenhuma influência masculina.  

We can do it! 

Os anos que antecederam a criação da Mulher Maravilha foram marcados pela Segunda Guerra Mundial. Nessa época, as mulheres precisaram ter muita coragem pra conquistar novas posições na sociedade, já que os homens foram encarregados de irem ao campo de batalha. Esse contexto influenciou a história de Diana, uma personagem estadunidense que aparecia sempre lutando contra os países inimigos, como Alemanha, Itália e Japão. Com o fim da guerra, houve uma pressão pra que as mulheres voltassem a assumir papéis mais tradicionais e esse novo cenário mais uma vez impactou a história de Diana, que acabou seguindo o mesmo caminho. Nessa época, os quadrinhos passaram a falar mais de romance e até de casamento, algo totalmente diferente de sua origem. Só nos anos 60, quando o movimento feminista voltou a ganhar forças, é que a Mulher Maravilha voltou a ter características de sua personagem original. Essa reviravolta fez tanto sucesso que até ganhou espaço na televisão nos anos 70, com o lançamento da sua série, com a icônica Lynda Carter dando vida ao seu personagem! 

Deu pra perceber que a Mulher Maravilha revolucionou o mundo pop desde a sua criação, né? Que tal aproveitar o embalo e rever os filmes ou a série da personagem? Ou até revolucionar seu dia a dia com um Seguro Auto, Residencial ou Vida da Youse! Por aqui é tudo 100% digital e você resolve tudo pelo celular em alguns minutos.

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