50 anos do MIS: 7 atrações imperdíveis pra você curtir da sua casa

Fotografia, cinema e até realidade virtual: relembre a história do MIS e vivencie experiências incríveis!

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Imagem: Ding Musa

Quando pensamos nos anos 70, uma cena de cinema passa pela nossa cabeça: calças boca de sino, óculos gigantes, toca discos e um universo todo colorido. Foi nessa época em que a cultura fervilhava que o Museu da Imagem e do Som, nosso querido MIS, nasceu! Meio século se passou e, pra comemorar o aniversário de um dos centros culturais mais legais de São Paulo, a gente vai te mostrar tudo o que esse lugar viu, viveu e mostrou em fotografias, filmes, vídeos e cartazes. E o mais legal: parte desses conteúdos podem ser acessados da sua casa! Vem com a gente!

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Confira 7 atrações imperdíveis do MIS pra você curtir em casa

História e o MIS

Pra comemorar o aniversário do MIS, nada melhor que um filme pra contar a história do museu, né? O curta experimental “Nasce o MIS”, que teve colaboração de nomes como Ismail Xavier e Wesley Duke Lee, foi realizado em 1970 para marcar a inauguração da instituição. A edição especial, chamada “Pontos MIS – Bate-papo de Cinema”, traz uma sessão de cinema online, seguida por um bate-papo ao vivo no canal do MIS no YouTube. O curta fala sobre a criação do museu em paralelo à transformação da cidade de São Paulo e dos avanços tecnológicos de imagem e de som. Imperdível!

Acervo MIS

Ciência e cinema

Ao longo dos anos, o MIS se propôs a falar de videogames, com a mostra “Game On”, em 2011, e sobre realidade virtual, com a mostra “Björk Digital”, em 2019. Além disso, o programa mensal “#CineCiência” apresenta, a cada edição, um filme ligado à tecnologia e promove bate-papo com especialistas. No dia 31 de maio, o filme “Ela”, do diretor Spike Jonze, será abordado na live, que acontece às 17h no canal do MIS no YouTube. O filme conta a história de um homem que desenvolve uma relação com um sistema operacional inteligente de computador, que tem uma voz feminina e até personalidade. Anota na agenda! 

A sétima arte no divã

Sabe aquele personagem do seu filme preferido que você sempre quis entender melhor? É isso que o “O Ciclo de Cinema e Psicanálise”, programa realizado pelo MIS em parceria com a Sociedade Brasileira de Psicanálise e a Folha de S.Paulo, se propõe a fazer: cada edição traz um filme seguido de debate com especialistas convidados. Na edição desta semana, o filme abordado é “Eu, Daniel Blake”, dirigido por Ken Loach, que está disponível na plataforma Netflix. O filme conta a história de Daniel Blake, que, após sofrer um ataque cardíaco, é aconselhado pelo médico a não voltar ao trabalho. Começa então a trajetória do personagem na busca de apoio do governo para a sua aposentadoria. Vale a pena ver!

Foto: Vicente Gil

A arte e a história

Não é todo dia que podemos conhecer lugares tão diferentes de uma única vez, né? A mostra Moventes, nova parceria do MIS com o Google Arts & Culture, traz imagens de situações de deslocamento em diferentes tipos de trabalho itinerante  – com fotografias e vídeos de artistas como Sebastião Salgado e Helena Tassara. A exposição é uma adaptação digital da exposição que esteve em cartaz no MIS durante o Foto MIS 2019. 

Acervo MIS

Fotografia e bate-papo

Ainda falando em fotografia, o MIS disponibilizou um bate-papo bem legal que rolou em maio de 2019 com o fotógrafo Gustavo Gusmão, sobre a exposição “Limbus”. A exibição tem como tema os cemitérios de Manila, nas Filipinas, que são grandes comunidades à margem da sociedade. Durante dois anos, Gustavo fotografou esse lugar. Muito legal, né? No canal do MIS no YouTube tá cheio de outros bate-papos! 

Cinema e cidade

Nada melhor que um bom filme pra contar histórias sobre lugares, pessoas e experiências. A mostra “Cinema de Acervo” foi feita pra isso! Todo domingo, diretamente do Acervo MIS, uma seleção de filmes brasileiros, produzidos entre os anos de 1980 e 1990, apresentam histórias que constroem suas narrativas na metrópole. No dia 31, a mostra apresenta o recorte “São Paulo, cidade cinema”, um lugar ideal para representar angústias, sons, injustiças e amores no cinema.

Foto: Leticia Godoy

O cinema brasileiro

O cinema brasileiro é muito rico e precisa ser valorizado. Pensando nisso, entre 2012 e 2013, o MIS registrou depoimentos de personalidades do cinema brasileiro, como Rogério Sganzerla, Nelson Pereira dos Santos, Tizuka Yamazaki, Cacá Diegues, Jean-Claude Bernardet e Eduardo Coutinho. E tudo isso pode ser acessado pelo acervo online. Em uma dessas entrevistas, a atriz e produtora Helena Ramos, que atuou em mais de 70 filmes nas décadas de 1970 e 1980, fala sobre o início de sua carreira, a relação com os diretores que trabalhou, e como foi a preparação para o filme Iracema. Tudo isso pode ser visto no canal do Youtube! Demais!

E você também pode participar dessa história: a partir do dia 29 de maio, o projeto digital MIS 50 vai reunir vídeos com relatos de pessoas sobre a sua relação com o museu. Se quiser enviar um depoimento, é só entrar no site

Todos esses eventos online fazem parte do #MISemCASA, projeto que traz conteúdos em todas as plataformas digitais do MIS. E, assim como o museu, a gente tá sempre conectado com vc!